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segunda-feira, 30 de maio de 2016



“A Odisseia”,  Homero

“A Odisseia” foi escrita por Homero e narra as aventuras de Ulisses durante

os 10 anos em que está afastado da sua pátria, Ítaca, revelando as dificuldades e

sofrimento que passou, tanto em terra, como no mar.

Acho que, apesar do livro ter sido escrito em poesia, a sua tradução para

prosa tornou o livro mais acessível para jovens, que por vezes têm dificuldade

em entender certos versos, permitindo- ­lhes ficar a conhecer uma obra

fantástica, emocionante e intemporal.

Eu gostei bastante do livro, porque sempre admirei a mitologia grega e acho

que é bastante inspirador a forma como Ulisses nunca desiste de chegar a

casa, pois o seu coração está lá com a família. Penso que nos ensina a não

desistir por mais difíceis que sejam as circunstâncias.

Julgo que o mundo fictício de Ulisses torna­-se quase real, através das

descrições e relatos que nos “sugam” para esse mundo e que nos faz querer

ler o livro do início ao fim, sem pestanejar e que deixa uma vontade de voltar a

lê-­lo repetidamente.

Aconselho a leitura deste livro, porque para além de ser um clássico, este

tem uma história muito bem pensada e estruturada que decerto vai contribuir

para a nossa cultura e  pode servir como uma introdução para a

aprendizagem sobre a mitologia grega, muito bem representada neste livro.

Yue Wan nº 27 10ºC1


“O último cabalista de Lisboa”,  Richard Zimler.

A obra torna-se um pouco extensa e com uma carga espiritual e emocional elevada.

É uma obra com uma linguagem elaborada e erudita devido aos vários termos

judaicos utilizados, no entanto, é explícita. Podemos saber o seu significado através

de um dicionário localizado no início da obra visto ser um aspeto importante para o

leitor.

O autor manteve sempre o suspense criando um interesse viciante no livro. A ação

desenrola-se um pouco lentamente, no entanto este facto é compensado pelo número

de acontecimentos relatados. Algo que me agradou bastante, foi o fechar da narrativa

quando o autor nos clarifica o futuro de todas as personagens.

Uma história interessante que nos remete para os nossos valores humanos e nos leva

a refletir sobre o passado, o presente e o futuro.



Trabalho realizado por:

Sara Alves dos Santos Nº25 10ºC1



As Viagens de Gulliver


Para alguns, sátira... Para outros, uma narrativa fantástica… Mesmo tendo sido escrita no século XVIII, As Viagens de Gulliver continua a ter uma presença fundamental na literatura mundial, revelando-se como um “clássico”.
Poderá ser, para muitos, uma obra excessivamente fantasiosa, devido à inclusão de criaturas como os Liliputianos ou os Brobdingnagnianos. Também a lenta progressão da ação torna a leitura desagradável, por vezes, levando o leitor a distrair-se momentaneamente.
No entanto, este é um livro tremendamente bem composto. Os momentos descritivos são sublimes! Jonathan Swift coloca-nos no centro da ação, como se vivenciássemos tudo o que Gulliver experienciou. Além disso, a crítica que o autor coloca aos comportamentos humanos, vista no “episódio” dos Houyhnhnms, fornece-nos uma visão interessante sobre a sociedade da época e uma importante lição de moral.
As Viagens de Gulliver são muito mais que simples “viagens”: são lições de vida, são importantes conselhos, que, apesar de antigos, ainda hoje valem para todos nós!


Pedro Silva, nº21, 10ºC1