A quantas andamos?

Daisypath Christmas tickers

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Um poema à sexta...


Poesia ao nascer do dia

Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão 

E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão 

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher 

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão 

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão 
Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

Ary dos Santos

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Livros no Natal

Biblioteca Pública de Lauenburge Elbe

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Imagens com livros 9


Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra 

Biblioteca Geral da UC
Esta biblioteca foi fundada em 1537 com o estabelecimento da universidade, e reconstruída em 1725. A menor e mais distinta área da biblioteca é a Biblioteca Joanina, um ícone de arquitetura e beleza. A biblioteca abriga cerca de 250 mil volumes, que abrangem áreas da medicina à filosofia. Por ter sido construída e decorada completamente por artistas portugueses, é um dos monumentos nacionais mais valorizados no país.
 
 Aspeto da Biblioteca Joanina (imagem daqui)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Um poema à sexta...

ANTEMANHÃ

O mostrengo que está no fim do mar
veio das trevas a procurar
a madrugada de um novo dia,
do novo dia sem acabar;
e disse, «Quem é que dorme a lembrar
que desvendou o Segundo Mundo,
nem o Terceiro quer desvendar?»

E o som na treva de ele rodar
faz mau o sono, triste o sonhar.
Rodou e foi-se o mostrengo servo
que seu senhor veio aqui buscar.
Que  veio aqui seu senhor  chamar-
chamar Aquele que está dormindo
e foi outrora senhor do Mar.

Fernando Pessoa, Mensagem

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Outras cabeças, outros leitores... 2


A minha imaginação

 

  É graças à minha imaginação e interesse pelas coisas que eu gosto de ler.
  Ler é muita coisa! Pode ser leitura informativa, realista, ambientalista…
  Eu não sei bem que tipo de leitora me tornei, eu gosto de ler as mais variadas coisas, eu leio um pouco de tudo e gosto muito, pois assim tenho uma pequena ideia do que se passa à minha volta, é uma forma de sonhar.
   Eu sou leitora desde muito nova, antes eu lia a partir dos desenhos, era muito engraçado e divertido, pois eu descrevia tudo o que observava.
  Agora, leio por outros meios, pelas letras, é completamente diferente; Por graça, fiz uma experiência: lia um livro e quando o acabava de ler, voltava ao início e contava-o de novo, mas por desenhos. Adorei a experiência! Um dos aspetos importantes que me ajudaram a ler e a gostar de ler foi a escola, foi fundamental.
  Eu gosto muito de ler e aconselho a toda a gente que também goste, lendo e aprendendo a gostar.
 

Mariana Graça
                                                                                 7ºE  Nº17

Imagens com livros 8

Onde é que a leitura leva a tua imaginação?
 Ao sabor do vento, do pensamento.
 Onde vais tu chegar? 
E por onde passas, nessa viagem sem horas marcadas, sem destino certo, só ao sabor da mente e do pensamento?
 À alegria de viajar, cá dentro...
 À satisfação de saber mais, de pensar e sonhar...
Conta-me tu: onde te levam as palavras do livros que lês?
Que palavras te trazem aqui?

Imagem daqui