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domingo, 17 de maio de 2009

Manuel Alegre, Cão como nós




FICHA DE LEITURA

Identificação do livro:

Título: Cão Como Nós

Autor (es): Manuel Alegre

Editor: Dom Quixote


Aspectos paratextuais: a capa
1. Descreve resumidamente a capa do livro em questão.

A capa do livro Cão Como Nós contém o título, o autor, o editor, assim como o número da edição. No centro possui uma imagem (um cão branco com manchas castanhas, de raça épagneul-breton).

2.Associa a imagem da capa à história do livro.
A imagem da capa retrata um cão de raça épagneul-breton e está inteiramente relacionada com a história do livro, uma vez que esta é sobre a vida de um cão no seio de uma família. Cão este que o autor considera diferente de todos os outros, simplesmente porque lhe pertencia, tanto a ele como à sua família.

Resumo:
Trata-se de um livro auto-biográfico, que retrata um período da vida do autor e da sua família.
A história do livro é sobre um cão que era diferente de todos os outros. Era um cão rebelde, caprichoso e desobediente, que achava que não era cão e que queria ser como qualquer outro elemento da família. A família era constituída pelos avós maternos, os donos ou pais, por três filhos e pelo cão, que se veio juntar à família antes do nascimento da primeira filha. O seu nome era Kurika, nome inspirado numa história de Henrique Galvão. Kurika olhava a sua dona como uma mãe e sempre que achava que esta se encontrava em perigo, ficava aflito e protegia-a com grande amor, porque não queria perder novamente a sua mãe. Com os filhos, achava-se um irmão, mas a relação mais complicada era com o dono e escritor do livro, porque o cão não o achava um pai e nem ele o considerava como um filho, pois achava que cão é cão.
A relação entre o autor e o cão foi-se tornando cada vez mais forte, principalmente após Kurika lhe ter salvo a vida. Kurika apercebeu-se que ele tinha adormecido, esquecendo-se do café ao lume, pelo que fez muito barulho e começou a raspar a porta do seu quarto. Manuel Alegre acordou e foi apagar de imediato o lume e abrir as janelas da casa, ficando assim a dever a sua vida a Kurika. Apercebeu-se que, afinal, Kurika não era um cão igual aos outros.
Quando o avô morreu, todos sentiram muito a sua falta, especialmente Kurika, pois nos dias seguintes, ele continuou a enroscar-se junto à cadeira, como se ainda o sentisse e achasse que ele ainda não tinha partido.
Os anos foram passando e Kurika, assim como os filhos do autor, foram crescendo, até que o filho mais velho partiu para uma guerra no Afeganistão e o cão foi perdendo alguma agilidade. Até que, certo dia, Kurika teve um ataque epiléptico, tombando contra tudo e revirando os olhos. Foi ao veterinário e sobreviveu, o que era um sinal de que o cão ainda não queria morrer. Mas, ao segundo ataque não sobreviveu; por mais que quisesse continuar a viver para estar com a sua família, já não tinha mais forças para lutar contra a morte.
Manuel Alegre pretende transmitir aos seus leitores o quanto se pode amar um animal e a importância que este pode ter numa família.

Opinião pessoal
Aconselho este livro a todas as pessoas que gostem de animais mas, sobretudo, que gostem de uma história real e bonita
porque se trata de um livro que possui uma história surpreendente e algo comovente sobre um cão que, ao longo do tempo, foi perdendo a sua rebeldia e desobediência e afeiçoando-se cada vez mais às pessoas que o rodeavam e que tanto gostavam dele. Acho que quem tem ou teve cães irá de certeza reconhecer as alegrias, as tristezas e o companheirismo vivido entre esta família e o seu cão.

Um trabalho de :
Luís Martins
8ºD, Nº 18

2 comentários:

Anónimo disse...

obrigado por colocarem este trabalho por graças a ele concegui completar o meu

Anónimo disse...

O trabalho está completo e coeso... parabens