Meggie vive com o pai, Mo, que é restaurados de livros, numa casa cheia deles. No entanto, Mo nunca lê livros em voz alta e ela não sabe porquê. Além disso, a mãe desapareceu há tantos anos que ela nem se lembra delaa, apesar da foto debaixo da almofada do pai... Um dia, aparece um estranho misterioso a quem o pai chama Dedos de Pó e que, por sua vez, o trata por Língua de Feitiço... Vem avisá-los de um perigo iminente: será que conseguirão evitá-lo? A partir daqui, tudo se sucede desenfreadamente e há um sem fim de situações cujo desenlace não se adivinha sequer .
Está bem escrito, muito bem, mas é de fácil leitura. Fala do medo, do medo antigo trazido pelas histórias de fadas (ou dos contos tradicionais), em que o Bem e o Mal ocupam lugares opostos e não se misturam. Fala de maravilhamento e de coragem, do que podemos fazer pelos que amamos. O fim traz-nos um suspiro de alívio, apesar de alguns aspectos «mal resolvidos» (não há fins totalmente felizes, é o que este livro também nos ensina...) mas, e só descobri agora, ao procurar os links, é o primeiro de uma TRILOGIA!! Não posso esperar para saber mais!
Está bem escrito, muito bem, mas é de fácil leitura. Fala do medo, do medo antigo trazido pelas histórias de fadas (ou dos contos tradicionais), em que o Bem e o Mal ocupam lugares opostos e não se misturam. Fala de maravilhamento e de coragem, do que podemos fazer pelos que amamos. O fim traz-nos um suspiro de alívio, apesar de alguns aspectos «mal resolvidos» (não há fins totalmente felizes, é o que este livro também nos ensina...) mas, e só descobri agora, ao procurar os links, é o primeiro de uma TRILOGIA!! Não posso esperar para saber mais!

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