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Ano letivo 2016/17 - Estamos sempre a tempo de desejar «bom ano»!

Já entrados em novembro, cumpre-me assinalar a entrada neste novo ano, já bem integrados em turmas e horários e trabalho e em tudo o que implica um novo ano letivo. Até parece que não fazemos isto todo o ano e que aqueles tempos sem aulas e de férias não são a exceção... Vamos aproveitando os dias bons, vamos vendo o que nos traz o outono, as novas disciplinas, os novos temas e metas, os novos colegas e os novos professores. Bom ano, sempre diferente, sempre Ferreira!
“A Odisseia”,  Homero “A Odisseia” foi escrita por Homero e narra as aventuras de Ulisses durante os 10 anos em que está afastado da sua pátria, Ítaca, revelando as dificuldades e sofrimento que passou, tanto em terra, como no mar. Acho que, apesar do livro ter sido escrito em poesia, a sua tradução para prosa tornou o livro mais acessível para jovens, que por vezes têm dificuldade em entender certos versos, permitindo- ­lhes ficar a conhecer uma obra fantástica, emocionante e intemporal. Eu gostei bastante do livro, porque sempre admirei a mitologia grega e acho que é bastante inspirador a forma como Ulisses nunca desiste de chegar a casa, pois o seu coração está lá com a família. Penso que nos ensina a não desistir por mais difíceis que sejam as circunstâncias. Julgo que o mundo fictício de Ulisses torna­-se quase real, através das descrições e relatos que nos “sugam” para esse mundo e que nos faz querer ler o livro do iní...
“O último cabalista de Lisboa”,  Richard Zimler. A obra torna-se um pouco extensa e com uma carga espiritual e emocional elevada. É uma obra com uma linguagem elaborada e erudita devido aos vários termos judaicos utilizados, no entanto, é explícita. Podemos saber o seu significado através de um dicionário localizado no início da obra visto ser um aspeto importante para o leitor. O autor manteve sempre o suspense criando um interesse viciante no livro. A ação desenrola-se um pouco lentamente, no entanto este facto é compensado pelo número de acontecimentos relatados. Algo que me agradou bastante, foi o fechar da narrativa quando o autor nos clarifica o futuro de todas as personagens. Uma história interessante que nos remete para os nossos valores humanos e nos leva a refletir sobre o passado, o presente e o futuro. Trabalho realizado por: Sara Alves dos Santos Nº25 10ºC1
As Viagens de Gulliver Para alguns, sátira... Para outros, uma narrativa fantástica… Mesmo tendo sido escrita no século XVIII, As Viagens de Gulliver continua a ter uma presença fundamental na literatura mundial, revelando-se como um “clássico”. Poderá ser, para muitos, uma obra excessivamente fantasiosa, devido à inclusão de criaturas como os Liliputianos ou os Brobdingnagnianos. Também a lenta progressão da ação torna a leitura desagradável, por vezes, levando o leitor a distrair-se momentaneamente. No entanto, este é um livro tremendamente bem composto. Os momentos descritivos são sublimes! Jonathan Swift coloca-nos no centro da ação, como se vivenciássemos tudo o que Gulliver experienciou. Além disso, a crítica que o autor coloca aos comportamentos humanos, vista no “episódio” dos Houyhnhnms , fornece-nos uma visão interessante sobre a sociedade da época e uma importante lição de moral. As Viagens de Gulliver são muito mais que simples “viagens”: são lições de vi...

Em memória de Anne Frank

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      Quando passam 70 anos sobre o final da Segunda Guerra Mundial, a Casa Museu de Anne Frank resolveu inquirir sobre qual o sentido que tem a liberdade para nós. Será que o mundo é realmente livre? Qual o sentido de «livre» para cada um de nós? Lançada no passado dia 12 de junho, esta campanha mostra o significado da liberdade para pessoas de todas as idades e nacionalidades. Espreita!

Imagens com livros

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Semana da Leitura na Ferreira - de 23 a 27 de fevereiro

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     A partir da próxima segunda-feira, decorre na nossa escola a Semana da Leitura, subordinada ao tema «Palavras do Mundo. Na Biblioteca Escola, haverá atividades de todos os tipos, para todos os gostos: concursos de leitura e ortografia, construção de contos e partilha de poesia, contadores de histórias, aulas de introdução ao espanhol e construção de marcadores. Também haverá uma pequena partilha de trabalhos feitos pelos nossos alunos, como amostra do que é feito nas aulas de língua.          Pela escola, haverá a partilha de mensagens em várias línguas com as tais palavras de todo o mundo que fazem parte da nossa população escolar. Há sempre uma atividade que te vai agradar!

É segunda-feira: o que andas a ler?

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Por aqui, começo a série de literatura fantástica «Caçadores de Sombras - O anjo Mecânico», de Cassandra Clare . Curiosos? Espreitem aqui E vocês, o que leem por aí?

Feliz Natal... com novos livros para ler!!

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Onda Pina - um poema à sexta

A um Jovem Poeta Procura a rosa.  Onde ela estiver  estás tu fora  de ti. Procura-a em prosa, pode ser  que em prosa ela floresça  ainda, sob tanta  metáfora; pode ser, e que quando  nela te vires te reconheças  como diante de uma infância  inicial não embaciada  de nenhuma palavra  e nenhuma lembrança.  Talvez possas então  escrever sem porquê,  evidência de novo da Razão  e passagem para o que não se vê.  Manuel António Pina, in "Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança"

O Sermão na Ferreira

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    Na próxima semana, teremos na Ferreira a exploração de uma obra incontornável: o Sermão de Santo António aos Peixes, do Padre António Vieira. Vem ver os trabalhos inspirados por este sermão e conhecer alguns aspetos da sua época!  Mais tarde, mostraremos a reportagem fotográfica da exposição.

Onda Pina - poema à sexta

Lugares da Infância Lugares da infância onde  sem palavras e sem memória  alguém, talvez eu, brincou  já lá não estão nem lá estou.  Onde? Diante  de que mistério  em que, como num espelho hesitante,  o meu rosto, outro rosto, se reflecte?  Venderam a casa, as flores  do jardim, se lhes toco, põem-se hirtas  e geladas, e sob os meus passos  desfazem-se imateriais as rosas e as recordações.  O quarto eu não o via  porque era ele os meus olhos;  e eu não o sabia  e essa era a sabedoria.  Agora sei estas coisas  de um modo que não me pertence,  como se as tivesse roubado.  A casa já não cresce  à volta da sala,  puseram a mesa para quatro  e o coração só para três.  Falta alguém, não sei quem,  foi cortar o cabelo e só voltou  oito dias depois,  já o jantar tinha arrefecido.  E fico de novo sozinho,  na cama vazia, no quarto vazio.  Lá fora é de n...

Concurso Inês de Castro

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Regulamento AQUI !

Onda Pina - poema à sexta

Aos Filhos Já nada nos pertence,  nem a nossa miséria.  O que vos deixaremos  a vós o roubaremos.  Toda a vida estivemos  sentados sobre a morte,  sobre a nossa própria morte!  Agora como morreremos?  Estes são tempos de  que não ficará memória,  alguma glória teríamos  fôssemos ao menos infames.  Comprámos e não pagámos,  faltámos a encontros:  nem sequer quando errámos  fizemos grande coisa!  Manuel António Pina, in "Um Sítio onde Pousar a Cabeça"

Onda Pina - Poema à sexta

Amor como em Casa Regresso devagar ao teu  sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que  não é nada comigo. Distraído percorro  o caminho familiar da saudade,  pequeninas coisas me prendem,  uma tarde num café, um livro. Devagar  te amo e às vezes depressa,  meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,  regresso devagar a tua casa,  compro um livro, entro no  amor como em casa.  Manuel António Pina, in "Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo. Calma é Apenas um Pouco Tarde"

Lobo Antunes: tenho um medo permanente de isto ter acabado»...

Porque há personalidades que só por serem como são já justificariam uma entrevista... Depois, a forma de escrita... Leiam uma entrevista a António Lobo Antunes aqui . 

São Martinho - lenda e costumes tradicionais

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É no dia onze de novembro, data em que foi sepultado em Tours, França, que se comemora o dia de São Martinho. Fiquem a conhecer a história! São Martinho , ou Martinho de Tours, nasceu em cerca de 316 na  antiga cidade de Savaria, na Panónia , uma antiga província na fronteira do Império Romano, na atual Hungria. Filho de um comandante romano, cresceu na região de Pavia, em Itália, numa família pagã. Criado para seguir a carreira militar, foi convocado para o exército romano quando tinha quinze anos, viajando por todo o Império Romano do Ocidente. Apesar de ter recebido uma educação pagã, foi em adolescente que Martinho descobriu o  Cristianismo . Mas foi só mais tarde, em 356, depois de ter abandonado o exército que foi batizado. Tornou-se discípulo de Santo Hilário, bispo de Poitiers (na zona oeste da atual França), que o ordenou diácono e presbítero, regressando de seguida a Panónia, onde converteu a mãe. Mudou-se depois para Milão, de onde terá sido expulso juntam...

Para quem comenta «Ah, o Halloween nada tem a ver connosco!»...

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Tradição portuguesa tem muitas semelhanças com o Halloween norte-americano Podem parecer duas coisas diferentes, mas há semelhanças entre o «Trick or treat» e o nosso «Pão por Deus», cada vez mais em desuso. Na região de Leiria e até mesmo na Estremadura, milhares de crianças saem à rua no Dia de Todos os Santos para pedir o «bolinho» ou o «Pão por Deus», uma tradição ancestral que tem algumas semelhanças com o Halloween norte-americano. Nos Estados Unidos, as crianças percorrem as casas dos vizinhos na véspera do Dia de Todos os Santos a pedir doces, mas, em Portugal, essa visita é feita na manhã do feriado, sem conotações sobrenaturais ou ameaças de partidas a quem não tiver nada para dar. Em Leiria, crianças, transportando saco ou mochila, percorrem ruas e ruelas de aldeias, vilas e até cidades, e batem à porta de familiares, vizinhos e desconhecidos, com a tradicional frase: ’Ó tia, dá bolinho?’. Na ausência de bolinho, as ofertas passam por chocolates, re...

Outono a chegar

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       Com os melhores votos de um bom ano letivo de todo o grupo de português. E o que andas tu a ler?

Imagens com livros

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Em que livro gostarias de morar?