sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Blog Action Day ou bom ano para todos!
Apesar de sermos um blogue virado para livros e leitores, não quisemos deixar de participar numa discussão tão importante, já que se prende com o futuro da Terra, do nosso mundo. Durante o ano, iremos chamando a atenção para livros sobre problemas ambientais e deixamos este espaço aberto para sugestões sobre o mais simples: o que podemos fazer para poupar água nas nossas casas? Isto porque qualquer pequeno passo pode ajudar o mundo. Já fechas a torneira enquanto lavas os dentes? Já reduziram o caudal do autoclismo lá em casa? Que ideias tens mais? Deixa-os nos comentários!
- 40 biliões de horas: mulheres africanas caminham durante 40 biliões de horas por ano carregando cisternas com peso superior a 18 quilos para transportar água, que nem sempre é segura para beber! More Info »
- 38,000 crianças por semana: a cada semana, aproximadamente 38000 crianças com menos de 5 anos morrem devido a água contaminada e falta de condições de higiene! More Info »
- É um Direito Humano: em Julho, devido à crise da água, as Nações Unidas declararam que o acesso à água potável e às condições de saneamento é um direito humano. Mas estamos longe de implementar soluções para assegurar o acesso básico à água potável! More Info »
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Semana da Leitura 2009/2010
Houve festa uma vez mais na nossa escola!!! Com todo o nosso empenho e dos nossos alunos do Ensino Básico recebemos de braços abertos a Semana da Leitura 2009/2010, de 22 a 26 de Fevereiro.
Foi uma semana que proporcionou momentos culturais enriquecedores e até enternecedores, para toda a Comunidade Escolar e que atingiu os objectivos do programa da Semana da Leitura:
· Promover a leitura, assumindo-a como factor de desenvolvimento individual e do progresso nacional;
· E estimular nos jovens o prazer de ler, intensificando o contacto com o livro, com diversos leitores e com a leitura na escola.
As Coordenadoras do Plano Nacional de Leitura, Margarida Costa e Margarida Gonçalves, agradecem a todos os professores e alunos que participaram na dinamização das actividades; e a todos aqueles que as puderam aproveitar, desejam que tenham sentido o pulsar da onda de letras que invadiu a escola.
As imagens que se seguem ilustram muito bem todas as actividades que foram dinamizadas com os alunos do 7º e 8º anos, nos encontros com as escritoras, Ana Maria Magalhães, Margarida Fonseca Santos e Maria Almira Medina.
O entusiasmo e o empenho estão bem patentes nos rostos dos alunos, em todas as imagens. As escritoras elogiaram muito a nossa escola, nomeadamente a prestação de todos os alunos que participaram nas actividades e o trabalho de todos os professores que estiveram envolvidos neste evento: as Coordenadoras do Plano Nacional de Leitura e a Biblioteca, entre outros.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Semana da Leitura

Olá a toda a Comunidade Escolar!
ar contentes com o que virmos!Tudo isto e muitas mais surpresas!!
Quem sabe se nessa semana não nos entram pela porta da sala colegas nossos a ler poemas, pequenos contos... quem sabe..."

As Coordenadoras
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Os Direitos do Leitor segundo Daniel Pennac
1
O Direito de Não Ler
2
O Direito de Saltar Páginas
3
O Direito de Não Acabar Um Livro
4
O Direito de Reler
5
O Direito de Ler Não Importa o Quê
6
O Direito de Amar os «Heróis» dos Romances
7
O Direito de Ler Não Importa Onde
8
O Direito de Saltar de Livro em Livro
9
O Direito de Ler em Voz Alta
10
O Direito de Não Falar do Que se Leu
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Coração de Tinta
Está bem escrito, muito bem, mas é de fácil leitura. Fala do medo, do medo antigo trazido pelas histórias de fadas (ou dos contos tradicionais), em que o Bem e o Mal ocupam lugares opostos e não se misturam. Fala de maravilhamento e de coragem, do que podemos fazer pelos que amamos. O fim traz-nos um suspiro de alívio, apesar de alguns aspectos «mal resolvidos» (não há fins totalmente felizes, é o que este livro também nos ensina...) mas, e só descobri agora, ao procurar os links, é o primeiro de uma TRILOGIA!! Não posso esperar para saber mais!
domingo, 17 de maio de 2009
Manuel Alegre, Cão como nós

Identificação do livro:
Título: Cão Como Nós
Autor (es): Manuel Alegre
Editor: Dom Quixote
Aspectos paratextuais: a capa
1. Descreve resumidamente a capa do livro em questão.
A capa do livro Cão Como Nós contém o título, o autor, o editor, assim como o número da edição. No centro possui uma imagem (um cão branco com manchas castanhas, de raça épagneul-breton).
2.Associa a imagem da capa à história do livro.
A imagem da capa retrata um cão de raça épagneul-breton e está inteiramente relacionada com a história do livro, uma vez que esta é sobre a vida de um cão no seio de uma família. Cão este que o autor considera diferente de todos os outros, simplesmente porque lhe pertencia, tanto a ele como à sua família.
Resumo:
Trata-se de um livro auto-biográfico, que retrata um período da vida do autor e da sua família.
A história do livro é sobre um cão que era diferente de todos os outros. Era um cão rebelde, caprichoso e desobediente, que achava que não era cão e que queria ser como qualquer outro elemento da família. A família era constituída pelos avós maternos, os donos ou pais, por três filhos e pelo cão, que se veio juntar à família antes do nascimento da primeira filha. O seu nome era Kurika, nome inspirado numa história de Henrique Galvão. Kurika olhava a sua dona como uma mãe e sempre que achava que esta se encontrava em perigo, ficava aflito e protegia-a com grande amor, porque não queria perder novamente a sua mãe. Com os filhos, achava-se um irmão, mas a relação mais complicada era com o dono e escritor do livro, porque o cão não o achava um pai e nem ele o considerava como um filho, pois achava que cão é cão.
A relação entre o autor e o cão foi-se tornando cada vez mais forte, principalmente após Kurika lhe ter salvo a vida. Kurika apercebeu-se que ele tinha adormecido, esquecendo-se do café ao lume, pelo que fez muito barulho e começou a raspar a porta do seu quarto. Manuel Alegre acordou e foi apagar de imediato o lume e abrir as janelas da casa, ficando assim a dever a sua vida a Kurika. Apercebeu-se que, afinal, Kurika não era um cão igual aos outros.
Quando o avô morreu, todos sentiram muito a sua falta, especialmente Kurika, pois nos dias seguintes, ele continuou a enroscar-se junto à cadeira, como se ainda o sentisse e achasse que ele ainda não tinha partido.
Os anos foram passando e Kurika, assim como os filhos do autor, foram crescendo, até que o filho mais velho partiu para uma guerra no Afeganistão e o cão foi perdendo alguma agilidade. Até que, certo dia, Kurika teve um ataque epiléptico, tombando contra tudo e revirando os olhos. Foi ao veterinário e sobreviveu, o que era um sinal de que o cão ainda não queria morrer. Mas, ao segundo ataque não sobreviveu; por mais que quisesse continuar a viver para estar com a sua família, já não tinha mais forças para lutar contra a morte.
Manuel Alegre pretende transmitir aos seus leitores o quanto se pode amar um animal e a importância que este pode ter numa família.
Opinião pessoal
Aconselho este livro a todas as pessoas que gostem de animais mas, sobretudo, que gostem de uma história real e bonita
porque se trata de um livro que possui uma história surpreendente e algo comovente sobre um cão que, ao longo do tempo, foi perdendo a sua rebeldia e desobediência e afeiçoando-se cada vez mais às pessoas que o rodeavam e que tanto gostavam dele. Acho que quem tem ou teve cães irá de certeza reconhecer as alegrias, as tristezas e o companheirismo vivido entre esta família e o seu cão.
Um trabalho de :
Luís Martins
8ºD, Nº 18
