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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Semana da Leitura 2009/2010

Houve festa uma vez mais na nossa escola!!! Com todo o nosso empenho e dos nossos alunos do Ensino Básico recebemos de braços abertos a Semana da Leitura 2009/2010, de 22 a 26 de Fevereiro.

Foi uma semana que proporcionou momentos culturais enriquecedores e até enternecedores, para toda a Comunidade Escolar e que atingiu os objectivos do programa da Semana da Leitura:

· Promover a leitura, assumindo-a como factor de desenvolvimento individual e do progresso nacional;

· E estimular nos jovens o prazer de ler, intensificando o contacto com o livro, com diversos leitores e com a leitura na escola.

As Coordenadoras do Plano Nacional de Leitura, Margarida Costa e Margarida Gonçalves, agradecem a todos os professores e alunos que participaram na dinamização das actividades; e a todos aqueles que as puderam aproveitar, desejam que tenham sentido o pulsar da onda de letras que invadiu a escola.

As imagens que se seguem ilustram muito bem todas as actividades que foram dinamizadas com os alunos do 7º e 8º anos, nos encontros com as escritoras, Ana Maria Magalhães, Margarida Fonseca Santos e Maria Almira Medina.

O entusiasmo e o empenho estão bem patentes nos rostos dos alunos, em todas as imagens. As escritoras elogiaram muito a nossa escola, nomeadamente a prestação de todos os alunos que participaram nas actividades e o trabalho de todos os professores que estiveram envolvidos neste evento: as Coordenadoras do Plano Nacional de Leitura e a Biblioteca, entre outros.








sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Semana da Leitura


Olá a toda a Comunidade Escolar!
Estamos a aproximar-nos da Semana da Leitura, que decorre de 22 a 26 de Fevereiro.
Esta iniciativa, destinada a incentivar o prazer da leitura, conta já com a participação de
duas escritoras nossas conhecidas nos dois primeiros dias - Ana Maria Magalhães e Margarida Fonseca Santos. Vamos recebê-las com alegria, com palmas e com pequenas dramatizações que preparámos para elas.
Depois de um período em que todos lemos, interpretámos, dramatizámos, talvez, tantos textos e livros... nas aulas e em casa, chegou o momento de expôr os NOSSOS TRABALHOS e de ver os dos nossos colegas de outras turmas do Básico!!!!
Uns serão GRANDES, outros pequeninos, de todas as formas, de todos os feitios!
São nossos! Fizemo-los com empenho e com carinho.
Vamos partilhar com a escola o que temos andado a fazer!
Vamos ao trabalho!
E tenho a certeza que vamos ficar contentes com o que virmos!
Tudo isto e muitas mais surpresas!!
Quem sabe se nessa semana não nos entram pela porta da sala colegas nossos a ler poemas, pequenos contos... quem sabe..."

As Coordenadoras

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Os Direitos do Leitor segundo Daniel Pennac

Os Direitos Inalienáveis (1) do Leitor

1
O Direito de Não Ler
2
O Direito de Saltar Páginas
3
O Direito de Não Acabar Um Livro
4
O Direito de Reler
5
O Direito de Ler Não Importa o Quê
6
O Direito de Amar os «Heróis» dos Romances
7
O Direito de Ler Não Importa Onde
8
O Direito de Saltar de Livro em Livro
9
O Direito de Ler em Voz Alta
10
O Direito de Não Falar do Que se Leu



in Pennac, Daniel, Como um Romance, Edições Asa, 1993

Neste livro, Daniel Pennac fala de como foi levado a gostar de ler Guerra e Paz aos 13 anos: o seu irmão mais velho tinha o dom do resumo e disse-lhe«-É a história de uma rapariga que gostava de um fulano e casou com outro.»... Resumo que lhe deixou uma curiosidade terrível e que só resolveu através da leitura do grande livro, uma leitura parcial que justifica com o Direito nº 2. Fala do que leva ou não os jovens e as crianças a ler e fala de formas de os motivar. Pega em cada um destes «direitos» e analisa-os.



1. obrigatórios

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Coração de Tinta

Coração de Tinta (ou Inkheart), de Cornelia Funke, preencheu os meus últimos dias. Comprei-o porque tinha visto uma apresentação ou uma publicidade do filme na televisão mas só guardei uma ideia: falava de um leitor cuja voz dava vida ao que lia... Descobri que a autora era uma premiada escritora de livros de fantasia e não que era um texto feito para cinema (com a falta de qualidade que habitualmente têm). Tem cerca de 400 páginas que não se lêem depressa (e eu leio depressa...). Gostei, gostei muito mas vamos ver se vos consigo transmitir algo.
Meggie vive com o pai, Mo, que é restaurados de livros, numa casa cheia deles. No entanto, Mo nunca lê livros em voz alta e ela não sabe porquê. Além disso, a mãe desapareceu há tantos anos que ela nem se lembra delaa, apesar da foto debaixo da almofada do pai... Um dia, aparece um estranho misterioso a quem o pai chama Dedos de Pó e que, por sua vez, o trata por Língua de Feitiço... Vem avisá-los de um perigo iminente: será que conseguirão evitá-lo? A partir daqui, tudo se sucede desenfreadamente e há um sem fim de situações cujo desenlace não se adivinha sequer .
Está bem escrito, muito bem, mas é de fácil leitura. Fala do medo, do medo antigo trazido pelas histórias de fadas (ou dos contos tradicionais), em que o Bem e o Mal ocupam lugares opostos e não se misturam. Fala de maravilhamento e de coragem, do que podemos fazer pelos que amamos. O fim traz-nos um suspiro de alívio, apesar de alguns aspectos «mal resolvidos» (não há fins totalmente felizes, é o que este livro também nos ensina...) mas, e só descobri agora, ao procurar os links, é o primeiro de uma TRILOGIA!! Não posso esperar para saber mais!

domingo, 17 de maio de 2009

Manuel Alegre, Cão como nós




FICHA DE LEITURA

Identificação do livro:

Título: Cão Como Nós

Autor (es): Manuel Alegre

Editor: Dom Quixote


Aspectos paratextuais: a capa
1. Descreve resumidamente a capa do livro em questão.

A capa do livro Cão Como Nós contém o título, o autor, o editor, assim como o número da edição. No centro possui uma imagem (um cão branco com manchas castanhas, de raça épagneul-breton).

2.Associa a imagem da capa à história do livro.
A imagem da capa retrata um cão de raça épagneul-breton e está inteiramente relacionada com a história do livro, uma vez que esta é sobre a vida de um cão no seio de uma família. Cão este que o autor considera diferente de todos os outros, simplesmente porque lhe pertencia, tanto a ele como à sua família.

Resumo:
Trata-se de um livro auto-biográfico, que retrata um período da vida do autor e da sua família.
A história do livro é sobre um cão que era diferente de todos os outros. Era um cão rebelde, caprichoso e desobediente, que achava que não era cão e que queria ser como qualquer outro elemento da família. A família era constituída pelos avós maternos, os donos ou pais, por três filhos e pelo cão, que se veio juntar à família antes do nascimento da primeira filha. O seu nome era Kurika, nome inspirado numa história de Henrique Galvão. Kurika olhava a sua dona como uma mãe e sempre que achava que esta se encontrava em perigo, ficava aflito e protegia-a com grande amor, porque não queria perder novamente a sua mãe. Com os filhos, achava-se um irmão, mas a relação mais complicada era com o dono e escritor do livro, porque o cão não o achava um pai e nem ele o considerava como um filho, pois achava que cão é cão.
A relação entre o autor e o cão foi-se tornando cada vez mais forte, principalmente após Kurika lhe ter salvo a vida. Kurika apercebeu-se que ele tinha adormecido, esquecendo-se do café ao lume, pelo que fez muito barulho e começou a raspar a porta do seu quarto. Manuel Alegre acordou e foi apagar de imediato o lume e abrir as janelas da casa, ficando assim a dever a sua vida a Kurika. Apercebeu-se que, afinal, Kurika não era um cão igual aos outros.
Quando o avô morreu, todos sentiram muito a sua falta, especialmente Kurika, pois nos dias seguintes, ele continuou a enroscar-se junto à cadeira, como se ainda o sentisse e achasse que ele ainda não tinha partido.
Os anos foram passando e Kurika, assim como os filhos do autor, foram crescendo, até que o filho mais velho partiu para uma guerra no Afeganistão e o cão foi perdendo alguma agilidade. Até que, certo dia, Kurika teve um ataque epiléptico, tombando contra tudo e revirando os olhos. Foi ao veterinário e sobreviveu, o que era um sinal de que o cão ainda não queria morrer. Mas, ao segundo ataque não sobreviveu; por mais que quisesse continuar a viver para estar com a sua família, já não tinha mais forças para lutar contra a morte.
Manuel Alegre pretende transmitir aos seus leitores o quanto se pode amar um animal e a importância que este pode ter numa família.

Opinião pessoal
Aconselho este livro a todas as pessoas que gostem de animais mas, sobretudo, que gostem de uma história real e bonita
porque se trata de um livro que possui uma história surpreendente e algo comovente sobre um cão que, ao longo do tempo, foi perdendo a sua rebeldia e desobediência e afeiçoando-se cada vez mais às pessoas que o rodeavam e que tanto gostavam dele. Acho que quem tem ou teve cães irá de certeza reconhecer as alegrias, as tristezas e o companheirismo vivido entre esta família e o seu cão.

Um trabalho de :
Luís Martins
8ºD, Nº 18

quinta-feira, 26 de março de 2009

Biblioteca Infantil de Livros Digitais

Porque de pequenino é que se começa a gostar de livros, vejam aqui como fazer as delícias dos elementos mais novos da família.

Com as férias da Páscoa à porta, uma sugestão: